O HOMEM começa a ser HOMEM quando passa a enterrar os seus mortos. Este é o marco divisório entre o símio e o primeiro homem e ocorreu há cerca de 40.000 anos, antes mesmo da agricultura, com o Homo sapiens e o Homo neandertal, este é o fato que define o início da história humana.
1) O início da civilização: A terra era propriedade privada da família e foi garantida pela religião desde o alvorecer da civilização, pois era na terra que a família assentava o túmulo dos ancestrais que era o altar do lar, para reverenciar esses ancestrais mortos, os Manes que eram os deuses do lar. Esta terra devia ser protegida, e preservada através dos tempos, pois ela recebia os mortos que são os deuses pertencentes à própria família. A religião ordenava que o altar do lar estivesse fixo no chão e que o túmulo não fosse jamais destruído ou deslocado. O ritual de oferecer uma refeição sobre o altar dos Manes, os ancestrais mortos, que são os deuses do lar, é a mais antiga forma conhecida de ato religioso no mundo.
São fatos solidamente estabelecidos no início de qualquer sociedade: a família formada pelo culto aos seus ancestrais e a propriedade da terra, sempre guardada pelos deuses Termos que fixam os seus limites e pelos Manes que são os ancestrais mortos, ou sejam, os deuses do lar da religião doméstica.
Uma linha sagrada e intransponível separava e limitava os campos através da marcação feita, ou por pedras ou por árvores, os Termos e os Marcos. Isso ocorreu entre os hindus, etruscos, romanos, sabinos, além dos gregos.
2) Conceitos de família: Na Grécia a terra (propriedade) pertence aos que já morreram, é lá onde está o túmulo dos ancestrais da família, que é o que dá a identidade familiar, e deve ser guardada para os que vão nascer. Não existia a desapropriação e o confisco da terra só ocorre em conseqüência do exílio do cidadão. A dívida a alguém é paga com o próprio corpo do homem que vira escravo, pois a terra é da família dele, não é do homem que fez a dívida. O direito da propriedade é inviolável e supera qualquer outro. Para o pagamento das dívidas podia-se vender apenas os bens, nunca a propriedade familiar. O filho herdava a propriedade e tinha a obrigação de continuar a culto aos Manes, deuses do lar. A propriedade não era adquirida pelo trabalho, mas, sim, recebida pela exigência religiosa do continuismo do culto doméstico aos Manes do lar que é a célula mater na formação da família, ou seja, a propriedade serve ao culto dos ancestrais mortos da família.
O ritual de oferecer uma refeição sobre o altar dos Manes, os ancestrais mortos, que são os deuses do lar, é a mais antiga forma de ato religioso conhecido no mundo.
Tanto na Grécia, como em Roma e na Índia, a filha não herda, pois não pode cumprir o 1º e mais sagrado dever que é o culto aos ancestrais mortos através de uma série de repastos fúnebres que devem ser feitos continuamente apenas pelo filho homem. Na Índia este ritual está muito bem caracterizado pelas Leis de Manu, Mitakchara, coligidas pelos sacerdotes brâmanes há mais de 2.000 anos, que qualifica o parentesco não pelo ato material do nascimento, mas sim, pelo culto familiar aos ancestrais comuns. O chefe da família, 2 vezes por mês, oferece o repasto fúnebre aos ancestrais apresentando um bolo de arroz cozido (chamado pinda) aos Manes de seu pai, relacionando-os até a 7ª geração, depois, oferece o bolo aos Manes de sua mãe, relacionando-os até a 5ª geração. Dois chefes de família que tenham entre todos esses ancestrais, pelo menos, um em comum, são considerados parentes de grau sapinda, o que os deixa impedidos de casar os filhos entre si. Além da 7ª geração paterna e da 5ª geração materna, se retroagem os ancestrais até a 14ª geração, porém, nesse caso, a libação se faz apenas com a oferta de água, e nesse caso há um parentesco de grau samanôdaca. Vinculado ao hinduísmo, religião praticada por 85% dos indianos, o sistema de casta na Índia tem uma história de 3.000 anos e resiste às tentativas oficiais de extingui-lo. Em sua origem, ele tinha quatro categorias, de acordo com a função exercida por cada um na sociedade. No topo da pirâmide estavam os brâmanes, que eram sacerdotes ou intelectuais, criados a partir da boca do deus Brahma, segundo a mitologia hindu. Dos braços saíram os guerreiros e governantes, chamados de xátrias. Comerciantes e agricultores, os vaixás foram criados a partir das coxas de Brahma. Por fim, dos pés nasceram os sudras, responsáveis pelo trabalho manual. Mais tarde surgiu uma quinta categoria, os "intocáveis", que passaram a desempenhar as tarefas impuras. Esse grupo e os integrantes de uma série de tribos indianas também são chamados de "sem-castas" e formam cerca de 24% da população do país, o equivalente a 240 milhões de pessoas.
Nestas sociedades a filha solteira ou casada herda muito menos que o filho homem, no máximo a terça parte. Se for filha única herda a metade dos bens, desde que haja um testamento específico outorgando essa metade.
Essas crenças particulares que cercam o culto ao lar, geram um estado social que faz a família viver isolada e independente. A estrutura familiar tem o uso do patronímico que perpetua o gens (nomem) e quando os ramos familiares se tornam independentes, ganhando uma individualidade, esses ramos adotam o sobrenome (agnomem). Além disso, cada pessoa tinha a sua denominação particular.
Assim a família se estabelece com o seu ramo primogênito, mais os ramos secundários, seus escravos, seus servos e seus clientes formando uma associação de pessoas.
Quando as famílias se uniram, logo conceberam uma divindade superior às divindades familiares (os Manes do lar) e ergueram um altar comum a todas as famílias.
As várias famílias formam as fatrias ou cúrias,
As várias fatrias formam a tribo.
A aliança das tribos (que mantém os próprios cultos particulares) faz nascer à cidade que, apesar de manter os cultos particulares das várias tribos que a compõem, cria um culto comum a todos.
O mesmo acontece com o funcionamento político, pois apesar de continuar a coexistir uma infinidade de pequenos governos tribais, sobre eles se coloca um governo comum. Assim sendo, a cidade que nasce do conjunto das tribos era apenas uma confederação, sem nada interferir no seio das famílias que a compunham, e que ainda se administram guardando uma hierarquia patriarcal/doméstica com suas leis e responsabilidades privadas. Como exemplo: algo muito similar à estrutura das famílias que formam as tribos Pashtun, compostas por cerca de 25 milhões de pessoas que vivem na inóspita região de montanhas e cavernas entre o Afeganistão e o Paquistão e se relacionam até hoje sob as rígidas leis de um antigo código tribal de honra chamado Pashtunwali, em pleno século XXI.
Na Grécia, que é o embrião do estado moderno como temos hoje, cada grego era membro de uma família, uma fatria, uma tribo, uma cidade. Havia um ritual a ser seguido para a inserção social da criança que nascia:
1ª etapa: 10 dias após o nascimento a criança era admitida na família.
2ª etapa: alguns anos mais tarde a criança é admitida na fatria.
3ª etapa: aos 16 ou 18 anos o jovem apresenta-se para ser admitido na cidade, através de uma cerimônia ritual onde faz um juramento obrigando-se a respeitar a religião da cidade. Após esse juramento o jovem é considerado um cidadão.
As grandes famílias patriarcais gregas eram semelhantes às clãs célticas e tinham, cada uma, o seu chefe hereditário, ou sacerdote ou juiz. Essas famílias aparecem na história a partir de 1600 a.C., como os Cécrops de Atenas, que são uma das 12 associações familiares que, muito mais tarde, são unidas por Teseu (que é o herói mítico que mata o Minotauro e liberta a Grécia do jugo de Creta) e formam a cidade de Atenas, no alvorecer do Estado Grego.
3) Evolução do conceito de família: Com a queda do Império Romano, a 04/09/476, com a deposição de Rômulo Augusto que era apenas uma criança, por Odoacro que é de origem bárbara, ou da Esquiria, ou de Herul, apesar de também ser um patrício romano sob o nome de Flávio, ao morrer a 15/03/493 ele é sucedido por Teodorico, rei dos Ostrogodos e, a partir daí, segue-se uma série infindável de chefes bárbaros que se alternam brevemente no poder. Essa época de frenética agitação política/cultural que inaugura a Idade Média destrói essa estrutura de família já inserida na sociedade romana, que era muito mais lastreada no parentesco advindo do culto aos ancestrais mortos comuns uma vez que, só eram parentes entre si os que faziam oferendas aos mesmos antepassados, e deixando de lado a consangüinidade já que, um irmão e uma irmã uterinos não eram mais parentes, pois ao se casar esta irmã, ela passa a adotar os ancestrais do marido como sua família, de fato e de direito, e se desliga do seu parentesco de sangue, como aparece no estudo feito sobre a família romana dos Cipiões:
Cipião Emiliano e seus primos de 1o grau, os irmãos Caio e Tibério Graco, não são mais considerados parentes entre si, pois, apesar de serem todos os 3, netos de Cipião, o Africano, de quem tem o mesmo sangue, porem apenas Cipião Emiliano é da família dos Cipiões por descender de um filho de Cipião, o Africano, enquanto que os irmãos Tibério e Caio passam a ser da família dos Sempronios, pois são filhos da filha Cornélia deste Cipião. o Africano que, ao se casar com Sempronio Graco, se insere na família dos Sempronios cultuando os seus ancestrais o que faz com que ela, e seus filhos, deixem de descender de Cipião, o Africano.
Na baixa Idade Média apenas se tinha o nome de batismo, situação que perdura até o século XII. No século XII, começa a ser usado o patronímico e aparece o primeiro registro heráldico, documentado pela história, que ocorre quando Henrique 1o da Inglaterra concede, em 1127, ao seu genro, Geoffrey Plantageneta (Anjou), um escudo azul decorado com 3 pequenos leões dourados. O neto deste Geoffrey, William Longespee, Conde de Salisbury, falecido em 1226, está enterrado na catedral de Salisbury e tem gravado, sobre sua tumba, um escudo idêntico ao de seu avô Geoffrey, numa prova inconteste da hereditariedade do escudo na família.
O patronímico aparece sempre ligado ao nome da terra de origem do indivíduo e, daí, evolui para o sobrenome. Tem um exemplo dessa situação em minha família Arantes graças à documentação histórica registrada de meu 13º avô, João de Nantes/Arantes, século XV, Portugal, cujo nome vem do nome desta vila do Conselho de Chaves, que pertencia à Casa dos Duques de Bragança. Esse João, nasc. cerca de 1460, era Cavaleiro Fidalgo de sangue e espada, Senhor da Quinta de Romay, Morador da Casa Real, e foi designado a 02/01/1488, Condestável (Ministro de Guerra) dos Espingardeiros d’El Rei Dom João II (1455-1495), ele tem o seu sobrenome evoluindo para Anantes, Danantes, até se fixar em Arantes, no século XVII, cuja grafia perdura até hoje nessa linhagem de mais de 500 anos de história, tanto em Portugal como no Brasil onde se estima a existência de 30.000 Arantes, e deu o nome ao título do Barão de Arantes e depois Visconde de Arantes de Antonio Belfort Ribeiro de Arantes, meu tio-trisavô, no Império do Brasil, (1822-1889).
4) A genealogia como formadora da Pátria: O conhecimento/respeito/descrição dos ancestrais, ou seja, a seqüência genealógica desses ancestrais, que é a genealogia dos nossos avós, é um conceito inserido em todas as grandes civilizações do mundo, Sumerianos, Egípcios, Hindus, Chineses, Japoneses, Gregos e Romanos todos, sem exceção, tem o hábito de relacionar os seus ancestrais para torná-los conhecidos e qualificarem o indivíduo perante seus pares e isso funcionou como a base elementar na formação dessas civilizações que, da célula unifamiliar evolui até chegar à constituição da pátria mãe.
Os escribas reais da Suméria em 2000 a.C., desolados com a derrota e a queda da 3ª Dinastia de Ur, frente aos conquistadores de Isin, restauram o orgulho nacional fazendo os registros dos reis Sumerianos desde antes do dilúvio, num códice de apenas 5 reis que reinaram durante 241.200 anos (?) e mais 19 dinastias, pós-dilúvio, que reinaram até chegar à derrotada 3ª dinastia de Ur, sempre exaltando o glorioso, e inigualável, passado dos Sumerianos frente aos aventureiros conquistadores.
Essa abordagem delirante/mítica/grandiosa/teatral/intencional da genealogia aparece em todas as grandes Casas Reais/Imperiais do mundo, é ela que faz os Faraós e os Imperadores da China e do Japão descenderem de um deus numa seqüência milenar e contínua. Há uma delirante mistificação do passado que é sempre romanceado e atinge o ápice com a Casa Imperial dos Habsburgos, que é muito mais recente que a Casa Real da Dinamarca que é a Casa Real mais antiga da Europa, pois começa com Gorm falecido em 940, ou a 3ª Casa Real de França, que começa com Hugo Capeto em 987, falecido em 996, mas talvez por ser muito mais recente os Habsburgos quiseram superá-las em grandeza. A Casa Imperial dos Habsburgos, (dinastia que reinou sobre a Áustria de 1218 a 1918) haviam escolhido como lema "A E I O U": "Austriae est imperare orbi universo" ("Cabe à Áustria comandar o universo") e que, na época de Carlos o Quinto (*1500-1558), ela por pouco não foi bem-sucedida no seu intento. A Dinastia começa com Rodolfo 1º (*1218-1291) e atinge um paroxismo de grandeza com Maximiliano 1º (1459-1519), auto eleito Imperador do Sacro Império Romano em 1508, que faz publicar uma autobiografia em 3 volumes: Theuerdank, Weisskunig e Freydal, que retroage os ancestrais dos Habsburgos até os Reis Judeus, os Príncipes de Tróia, os Imperadores de Roma, e relaciona mais de 100 santos como seus avós.
Os samurais japoneses, antes de um combate entre pares, recitam sua genealogia para o oponente, que faz o mesmo para assim se qualificarem entre si e glorificar/honrar os próprios antepassados com mais essa luta entre iguais.
Na Amazônia Brasileira, toda a tribo indígena mantém seus registros genealógicos e o cacique passa pela tradição oral, a cada jovem da tribo a história dos seus pais, dos seus avós e da sua tribo para que ele os conheça, os honre e os perpetue e se orgulhe de ser quem é.
É importantíssimo destacar que a idéia religiosa de respeito/culto aos mortos da família foi a inspiradora da sociedade humana no alvorecer da história. Sociedade essa que, começa a se estruturar através das famílias e onde cada família se constitui, por sua vez, graças ao culto aos seus próprios ancestrais mortos que são os seus Manes, deuses do lar. Assim, desde o primeiro momento que a civilização se organiza em sociedade, ela o faz levando em conta o conhecimento da seqüência genealógica dos ancestrais de cada família, isto é, a sociedade se estabelece baseada no registro genealógico dos mortos das várias famílias que, futuramente, se unem numa fatria que tem seu deus, essas fatrias se unem numa tribo que tem seu deus comum, e essas tribos formam uma cidade que, por sua vez, tem seu deus comum a todas as tribos. Uma vez entendido esse conceito pode-se definir que:
» Família: é o conjunto de pessoas que reverenciam os mesmos ancestrais mortos.
» Fatria: é o conjunto de famílias.
» Tribo: é o conjunto de fatrias.
» Cidade: é uma associação religiosa e política de um conjunto de tribos.
» Urbe: é o santuário comum dessas tribos, um lugar de reunião que permite o culto ao deus comum a todas as tribos que compõem a cidade. É o lugar do ato religioso da cidade.
» Pátria, (terra patrum): é a terra onde estão os Manes (os deuses do lar, os ancestrais mortos) de minha família, ou seja, a minha pátria é a terra onde estão enterrados os meus ancestrais mortos.
Por tudo isso se vê que, há uma cultura genealógica arraigada/inserida nas mais diversas civilizações, tanto nas ocidentais como orientais, em qualquer estágio cultural em que se encontrem, e que é essa cultura, iniciada/baseada/apoiada na genealogia dos ancestrais mortos, que nos faz individualizar/identificar/marcar a nossa presença no mundo sempre através dos nossos ancestrais, nos inserindo neste fluxo/corrente/seqüência imemorial, e contínuo, que nos traz da origem do homem, no alvorecer da vida no planeta, até o presente e segue para sempre através de um filho que nos continua e que nos levará para o futuro sem limite da história, pois é o registro da seqüência genealógica da família que nos remete para a imortalidade na aventura sem fim da civilização.
5) Existência científica do ADÃO mítico que faz a TODOS nós PRIMOS de algum grau.
É imperativo para se entender o fluxo genealógico e sua inserção na história da humanidade que cada um de nós tem 2 pais, 4 avós, 8 bisavós, 16 trisavós, 32 tetravós, 64 5ºs avós, etc, etc numa progressão geométrica que nos dá mais de 500 milhões de 28os avós, ou seja, cada um de nós NESTA SALA tem um número maior de 28os avós do que a população da terra a meros 800 anos atrás!
RACIONALIZANDO ESTE FATO CIENTÍFICO/MATEMÁTICO PODE-SE AFIRMAR QUE ISTO NOS TRANSFORMA A TODOS EM PARENTES E VINDOS DE UM ÚNICO ANCESTRAL CUJA ANTIGUIDADE É CALCULADA NESTAS TRES HIPÓTESES:
1ª » A famosa Eva mitocondrial considerada tecnicamente a ancestral comum a todas as linhagens femininas existentes hoje em dia teria vivido há 140.000 anos atrás.
E nosso parentesco através do ancestral comum que faz primos em algum grau COM TODOS OS SERES HUMANOS EXISTENTES NA TERRA NO DIA DE HOJE, pelos cálculos mais recentes de pesquisadores foi:
2ª » Rhode/Olson/Chang (Nature, Set/04): primos de centésimo grau, apenas 100 gerações atrás, ao tempo entre Akhenaton 1450 a.C. e o Império Romano.
3ª » Richard Dawkins (The Ancestor´s Tale): primos de milésimo grau, 1.000 gerações atrás, em 30.000 a.C. por considerar que algumas linhagens humanas ficaram isoladas na Oceania e Américas o que retroagiria a ancestralidade comum de TODOS OS SERES HUMANOS ATUAIS.
Bibliografia:
A Cidade Antiga, Fustel de Coulanges.
The Sumerians, Leonard Wooley.
The Art of Heraldry, Peter Gwynn.
Civilization of the Midlle Ages, Norma F. Cantor.
The Germanic Invasions, Luccien Musset.
Eleanor of Aquitaine, Amy Kelly.
The Habsburgs, Andrew Wheatcroft.
Nantes, ou Anantes ou Danantes Que Hoje He Arantes, Eduardo de Arantes e Oliveira.
National Geographic, December, 2004, pgs 11 a 27.
Isto É Dinheiro/410, 20/07/05, e Isto É Dinheiro/412, 3/8/05.
#Carta Capital, 6/4/05, A Grande Família, pgs: 10 a 15.
# Time Magazine, The Future of Medicine, pgs. 24 a 49, January, 11, 1999.
# Time Magazine, What Makes You Who You Are, pgs. 51 a 57, June, 2, 2003.
# Time Magazine, The 160.000 Year Old Man, pgs. 68 a 70, June, 23, 2003.
# Veja, Eles tem tudo em comum, pgs. 73, e 74, Edição 1.804, 28/5/03.
# National Geographic, Who Were the Phoenicians, pgs. 26 a 49, October 2004.
# Folha Ciência, FSP, 19/11/04, Primata Ancestral, 13 milhões de anos.
National Geographic, December, 2004, pgs 11 a 27.
Le Monde, 11/10/05.
The Ancestor´s Tale: Richard Dawkins.
Douglas Rhode/Steve Olson/Joseph Chang (Nature, Set/04): |