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Untitled Document
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A Família Arantes
A ORIGEM DA FAMÍLIA ARANTES
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João de Arantes e sua mulher,
Genebra de São Payo, aparecem em uma escritura
feita a 16/02/1509 e devem ter nascido, entre 1466 e
1473, no reinado de D. Afonso V (foto da esquerda), deslocaram-se para
o Minho tendo entrado na posse da Quinta de Romay, que
pertencera à Casa de Castro e que fora, anteriormente,
do conde Romão filho legítimo do Rey D.
Fruela e neto do rei D. Afonso, o Católico. Pode-se
concluir que os Arantes, senhores da Quinta de Romay,
que está a uma légua da cidade de Braga,
moradores da Casa Real, eram relacionados com várias
famílias nobres do norte, tais como São
Payo, Quinteiros, Macedos, Melos Araújos, Machados
e Azevedos, constituindo-se, eles próprios,
uma Família Nobre.
João de Arantes, foi Condestável dos Espingardeiros do Rei, no reinado
de D. João II (foto da direita), carta de Nomeação
de 02/01/1488. Tiveram, pelo menos, 3 filhos: João,
Diogo (de quem descendem os mais de 30.000 Arantes brasileiros)
e Antonio (recebeu ordens menores em 1511).
Raízes
brasileiras: Por via do citado Diogo de Arantes, filho
do condestável João de Arantes, procedem
os Arantes brasileiros:
Diogo de Arantes, foi Escudeiro do Rei, morador da Casa
Real, o que era sinal inequívoco de nobreza,
foi nomeado, três vezes, Tabelião de Entre
Homem e Cávado, a 11/03/1511 e 18/02/1516 por
D. Manuel e a 09.09.1522 por D. João III. Casou-se
com Maria Pires de São Payo de Besteiros, pais
de: Gaspar, Simão, Gaspar (Padre), Ana e Violante.
Esta última, casou-se com Simão Gonçalves,
senhor da Quinta da Espinheira, e tiveram a Margarida,
que se casou a 14/08/1585, com Gaspar Rodrigues, e foram
pais de Maria, que casou-se a 11/02/1624, com Manuel
Lopes, de quem nasceu outra Maria, casada a 12/08/1646
com Antonio Gonçalves Ferreira, que foram pais
de Francisco de Arantes, batizado
a 21/08/1659, que manteve o sobrenome Arantes, foi Juiz
em sua freguesia de São Salvador do Couto do
Souto. Do seu casamento com Úrsula Gonçalves,
nasceu, finalmente, Domingos de Arantes, o patriarca
Arantes do Brasil que viveu nesta casa fotografada em 2005 por Eduardo de Arantes e Oliveira, em uma das suas pesquisas sobre os nossos antepassados nas Terras de Bouro, Distrito de Braga, Portugal.
Brasil: Família de abastados proprietários
de fazendas de café estabelecidas em Minas Gerais,
procedente de Domingos de Arantes Ferreira [1693], Freguesia
de São Salvador do Souto, comarca de Viana, Braga - Portugal, filho de Francisco de Arantes e de Úrsula
Fernandes, citados acima, no item Raízes brasileiras.
Deixou numerosa descendência, pela qual correm
os sobrenomes Arantes e Arantes Marques, de seu casamento
em 06/08/1719, com Josefa Marques, filha de João
Francisco e de Maria Marques. O casal teve 10 filhos,
todos nascidos em São Salvador do Souto: Maria
[1720], Helena [1732], João [1724], Domingos
[1726], Domingas [1729], José [1730], Manuel
[1732], Francisco [1734], Antonio [1738] e Jerônimo
[1741]. Destes, três vieram para o Brasil, estabelecendo-se
em Minas Gerais, onde deixaram larga descendência
que deu continuidade ao sobrenome Arantes e Arantes
Marques: Maria de Arantes, João de Arantes Marques
e Antônio de Arantes Marques, naturais de São
Salvador do Souto, Braga, Portugal. Assim, entre os
descendentes de Domingos de Arantes Ferreira e de Josefa
Marques, registram-se: I - a filha, Maria de Arantes,
nascida em 11/08/1720, em São Salvador do Souto,
Braga, Portugal. Tronco da família Arantes de
Cunha, Estado de São Paulo, João Manuel
de Souza Arantes, que veio para o Brasil com D. João
VI. Com geração do seu casamanto com Lauriana
Constância de Oliveira. Tiveram cinco filhos;
II - o filho, João de Arantes Marques, nascido
em 25/04/1724, em São Salvador do Souto, Braga,
Portugal. Tronco dos Arantes de Formiga, em Minas Gerais.
Casou-se com Margarida Maurícia do Sacramento
e tiveram 7 filhos: Antonio, Maria, Antonia, Francisco
(Padre), João Carlos, Manuel e Francisca. Américo
Arantes Pereira, em sua obra genealógica sobre
os Arantes, somente citou dois filhos: Ana Arantes,
que não foi citada por Anibal Fernandes, e João
Carlos;
III - o filho, Capitão Antônio
de Arantes Marques, nascido em 17/07/1738, em São
Salvador do Souto, Braga, Portugal - 1801, Aiuruoca,
MG]. Tronco dos Arantes de Aiuruoca, em Minas Gerais.
Informa o genealogista Anibal de Almeida Fernandes:
Fundador da fazenda Conquista, no século XVIII,
em Airuoca, MG. Casou-se com Ana da Cunha Carvalho (natural
de Aiuruoca), filha do Coronel Antonio da Cunha Carvalho
e de Bernarda Dutra da Silveira, esta natural de Barbacena,
filha de Francisco Furtado Dutra, açoriano da
Ilha do Fayal, nascido cerca de 1700, e de Florência
Francisca das Neves, descendente de Baltazar de Moraes
de Antas, que veio para o Brasil trazendo carta de Nobreza
passada perante o Juiz de Mogadouro a 11/09/1579 e fez
essa carta ser reconhecida perante o Ouvidor Geral da
Bahia, Cosme Rangel de Macedo, estando esta carta nos
Títulos 1.530 - 1.805 do Arquivo Histórico
e Genealógico de Sanches de Baena. Baltazar foi
Juiz de São Paulo de Piratininga em 1579, casado
com Brites Rodrigues Annes. Antonio de Arantes Marques
e Ana da Cunha Carvalho, tiveram 11 filhos. Deixaram
testamento, feito na Fazenda da Conquista da Freguesia
de Aiuruoca, a 30/12/1800;
IV - o neto, filho do item
II, João Carlos Valentim de Arantes, falecido
a 18/06/1843. Fazendeiro, em Caldas, MG. Com geração;
V - o bisneto, neto do item I, João Manuel de
Souza Arantes, nascido no Douro, comarca de Braga. Veio
para o Brasil com D. João VI. Médico,
em Cunha, SP, profissão essa concedida por decreto
de 1809, pelo então Príncipe Regente D.
João. Mais tarde foi residir no Cresciumal, em
Queluz, onde faleceu. Com geração do seu
casamento, em Cunha, SP, com Lauriana Constância
de Oliveira. Tiveram cinco filhos;
VI - o bisneto, neto
do item II, João Carlos de Arantes [1823, Caldas,
MG - 1884, Casa Branca, MG], fazendeiro, proprietário
da Fazenda Morro Alto, em Palmeiras, e um dos primeiros
plantadores de café nas zonas da Mogiana, em
Casa Branca, e da Paulista, em Palmeiras. Com geração;
VII - o bisneto, neto do item III, Antônio Belfort
de Arantes Marques [1804-1885], primeiro Barão
de Cabo Verde - citado adiante;
VIII - o terceiro neto,
filho do Barão de Cabo Verde, e bisneto do item
III, Teófilo Belfort Ribeiro de Arantes, Presidente
da Câmara Municipal de Andrelândia [1878-1880];
IX - a terceira neta, filha do Barão de Cabo
Verde, e bisneta do item III, Maria Cândida Belfort
de Arantes, que foi casada com Militão Honório
de Carvalho, 2º barão de Cajurú.
O lugar de Arantes fica no município de Lavras,
perto de Carrancas. (AA - Família Arantes) (Anuário
Genealógico Brasileiro, I, 74, 99);
X - o terceiro
neto, Antônio Belfort Ribeiro de Arantes [1818-1908],
Visconde de Arantes (foto) - citado adiante;
XI - a terceira
neta, bisneta do item III, Maria Carmelitana de Arantes
[1842 - 1930], conhecida nas letras, tanto no Brasil
como em Portugal. Poetisa e escritora. Dirigiu, em São
Paulo, um colégio durante 14 anos. Privou com
a Imperatriz [Américo Arantes];
XII - o terceiro
neto, bisneto do item III, alferes Aureliano Augusto
de Arantes, que em 1865 apresentou-se voluntário
na guerra contra o Paraguai. Foi reconhecido cadete.
Alcançou o posto de Alferes [Américo Arantes];
XIIII - o terceiro neto, bisneto do item II, Manuel
Olímpio Carlos de Arantes [25/09/1858, Casa Branca,
MG - 30/06/1915, idem]. Major da extinta Guarda Nacional
e conhecido por Manéco Olímpio. Proprietário
das fazendas: Bela Vista, em Guaranésia, sul
de Minas; Cocais e Melgueira, em Casa Branca. Com geração;
XIV - o terceiro neto, bisneto do item III, Emílio
Mário Arantes, professor, escritor, jornalista
e genealogista. Autor dos Apontamentos Genealógicos
sobre a família Noronha. Comissário pelo
Governo de São Paulo, organizou oito grupos escolares.
Inspetor Escolar durante 10 anos. Dirigiu um colégio
em Passos e foi professor em diversos colégios
em São Paulo e outras cidades. Redigiu a Gazeta
de Piracicaba. Autor de diversos livros [Américo
Arantes];
XV - a quarta neta, terceira bisneta do item
III, Ivone Arantes, que foi esposa do magnífico
compositor e pianista, Dr. Ari Barroso;
XVI - o quarto
neto, José Arantes Junqueira, terceiro neto de
Antonio Arantes Marques. Deputado Estadual por São
Paulo;
XVII - o quinto neto, Mário Arantes de
Almeida [1893-1958], quarto neto de Antonio Arantes
Marques. Advogado, Vereador [1936] e prefeito de Araraquara,
SP [1930-1933]. Delegado de Polícia de Araraquara
[1924]. Candidato a deputado Estadual pelo PDS e presidente
da 5.ª Sub-Seção da OAB, de Araraquara.
Bacharel em Direito;
XVIII - o quinto, quarto neto do
item I, Dr. José Augusto Arantes, médico,
diretor aposentado do Hospital Emílio Ribas,
de S. Paulo, e ex-diretor do Serviço Sanitário
do Estado de São Paulo;
XIX - o sexto neto, Anibal
de Almeida Fernandes, nascido em 1944. Atual estudioso
das raízes de sua família, de quem obtemos
novas informações, descritas acima. Com
geração do seu casamento com Maria José
Giordano Del Grande - ver Família Fernandes (v.s.),
de São Paulo;
XX - Euro Luiz Arantes [07/03/1927,
Guidoval, MG -], advogado. Fundador e diretor do semanário
Binômio. Deputado estadual por Minas Gerais [1958].
Cidadão Honorário da cidade de Pirapora,
MG. Os Arantes de Piumhy, Minas Gerais: procedem de
Emília Arantes, casada com João Alves
Pereira, mais conhecido por João Alves Gordo.
Esse casal sempre residiu em Piumhy, onde nasceram seus
dez filhos [Américo Arantes - A Família
Arantes, 176]. Outros, estabelecidos na mesma localidade,
procedem de Maria de Paula Arantes, que deixou geração
do seu casamanto com Antonio Alves Pereira; Os Arantes
de Lorena, São Paulo: procedem de Luiz Arantes,
nascido em Braga, que com a idade de 13 anos veio para
o Brasil. Desembarcou em Ubatuba e dali foi para São
Luis do Paraitinga, onde casou-se muito novo, com Maria
das Dores. Fixou residência em Lorena e faleceu
nessa cidade em 1907, deixando 5 filhos. Era filho de
Custódio Arantes, nascido e falecido em Braga,
e de Maria Arantes [Américo Arantes - A Família
Arantes, 190]. Os Arantes de Aiuruoca, Minas Gerais:
procedem de Mariana Alves Arantes, filha de João
Alves Pereira e de Leopoldina Alves Arantes. Dela descendem
os Paula Arantes, por seu casamento com Francisco de
Paula Corrêa Rangel, natural de Aiuruoca. Foi
Juiz de Paz, delegado de polícia e vereador em
Batatais [Américo Arantes - A Família
Arantes, 192]. Os Arantes Campos: procedem de João
Campos de Morais, que deixou cinco filhos do seu casamento
com América Arantes [Américo Arantes -
A Família Arantes, 194]. Os Arantes Ramos, de
Santa Isabel: procedem de Francisco Xavier Arantes,
natural de Portugal. Sempre residiu em Santa Isabel.
Com geração do seu casamento com Ana Tomásia
da Anunciação [Américo Arantes
- A Família Arantes, 195]. Os Silva Arantes Ramos,
de Baependi, Minas Gerais: procedem de Francisco da
Silva Arantes, natural de Portugal. Pouco depois da
Independência, possivelmente entre 1830 e 1835,
saiu de Lisboa, com destino ao Brasil. Ex-seminarista,
veio, provavelmente, acompanhado de alguns parentes.
Chegando ao Brasil, rumou para o interior; atravessou
a Mantiqueira e localizou-se entre as atuais cidades
de Caxambú e Ibatuba, no bairro denominado Posses,
freguesia de Baependi, MG. Neste lugar residiu toda
vida, onde faleceu por volta de 1850. Com geração
do seu casamento com uma irmã do Capitão
Domingos Pereira de Magalhães. São bisavós
do Dr. João Arantes, advogado e promotor público
da Comarca de Baependi. [Américo Arantes - A
Família Arantes, 199]. Os Arantes, de Santa Catarina:
procedem de José Pereira Arantes, que deixou
geração do seu casamento, por volta de
1838, com Emília Ferreira [Américo Arantes
- A Família Arantes, 201]. Os Arantes, de Araraquara,
SP: O ramo Arantes - Araraquara se instala nesta cidade
do centro oeste do estado de São Paulo, em 1890,
vindos de Valença, RJ, graças ao chamado
de um Pereira de Almeida, família antiga da região
fluminense, que informou sobre a qualidade da terra
para o cultivo do café que era a atividade da
família desde o século XVIII. Procedem
de Bernardina de Arantes [25.08.1869 - 18.07.1936, Araraquara,
SP], terceiras neta do Capitão Antonio de Arantes
Marques, citado no item III. Casada a 30.01.1889, em
Valença, RJ, com o fazendeiro e capitalista,
Joaquim Rodrigues de Almeida [08/07/1866 - 25/02/1937],
neto de José Rodrigues de Almeida, chefe desta
família Rodrigues de Almeida (v.n.), do Rio de
Janeiro. Adquiriram, próximo a Araraquara, a
fazenda Baguary, distrito de Américo Brasiliense,
sesmaria do Rancho Queimado, que chegou a ter 600.000
pés de café no auge da produção.
Proprietários de um Hotel em Araraquara. Entre
os descendentes do casal, registram-se:
I - o filho,
Mário [Arantes] de Almeida [1893 - 25/07/1958],
advogado, vereador e Prefeito de Araraquara;
II - o
neto, o genealogista Aníbal de Almeida Fernandes
[03/03/1944 -], arquiteto pelo Mackenzie. Com geração
- ver Família Fernandes (v.n.), de São
Paulo. Sobrenome de uma família de origem portuguesa,
estabelecida no Brasil, onde chegou, em 01/06/1882,
a bordo do vapor Hamburg, Joaquim Arantes, natural de
Portugal, procedente de Lisboa, católico, 13
anos de idade, com destino à capital do Estado
de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes - São
Paulo, Livro 001, pág. 018 - 01/06/1882]. Linha
Natural:
I - o Capitão Antônio de Arantes
Marques [1738-], citado acima, item III, em seu testamento,
declarou que em solteiro tive um filho natural: Manoel
d´Arantes havido de mulher livre e desimpedida,
o qual se casou com Quitéria Maria da Silva e
por morte deixou dois filhos...;
II - João Carlos
Valentim de Arantes, filho do item II, citado acima,
e falecido em 1843, teve, em solteiro, um filho o qual
foi batizado em 31/03/1810 e recebeu o nome de Benedito
Carlos Arantes, e que deixou descendência. Nobreza
Titular:
I - Antônio Belfort de Arantes Marques
[1804, Aiuruoca, MG - 19/07/1885, Andrelândia,
MG], bisneto do patriarca Domingos de Arantes Ferreira.
Foi agraciado com o título [Dec. 15/06/1881]
de Barão de Cabo Verde [primeiro do nome]. Em
1834, estabeleceu-se na Fazenda da Paraíba, que
confrontava com a Fazenda das Bicas, de seu cunhado,
João Gualberto de Carvalho, o Barão de
Cajurú. Deixou geração do seu casamento
com Maria Custódia de Paula, filha do Cap. Inácio
Ribeiro do Vale, da importante família Ribeiro
do Vale (v.s.), de Minas Gerais;
II - Antônio
Belfort Ribeiro de Arantes [1818, Turvo, MG - 01/10/1908,
Turvo, MG], filho do anterior, que foi agraciado, sucessivamente,
com os títulos de Barão de Arantes [Dec.
19/07/1879] e de Visconde de Arantes [18.07.1888]. Juiz
Municipal, suplente, da cidade de Turvo (MG). Deputado
por Minas Gerais à Constituinte de 1891. Fazendeiro -
Comendador - Oficial da Ordem da Rosa - Deixou geração
do seu casamento com sua prima legítima, Libânia
Jesuína de Carvalho, Viscondessa de Arantes,
da família Carvalho Duarte (v.s.), de Minas Gerais;
III - Maria Belfort de Arantes Marques, segunda Baronesa
de Cajurú por seu casamento com Militão
Honório de Carvalho, 2.º Barão de
Cajurú [26/07/1889], membro da importante família
Carvalho Duarte (v.n.), de Minas Gerais. Há inúmeras
famílias com este sobrenome no Rio de Janeiro.
(Américo Arantes - A Família Arantes;
Anuário Genealógico Brasileiro, I, 74,
99; Aníbal de Almeida Fernandes - Campinas, SP).
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Texto
Dicionário da famílias brasileiras
Carlos Eduardo de Almeida Barata & Antonio Henrique
da Cunha Bueno
Dicionário Etimológico de nomes e sobrenomes
Prof. Rosário Farâni Mansur Guérios |
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